Terça-feira, Julho 16, 2024
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InícioDesportoPedro Gonçalves queixa-se do tempo de preparação e exalta motivação

Pedro Gonçalves queixa-se do tempo de preparação e exalta motivação

O técnico da selecção nacional de futebol, Pedro Gonçalves, voltou hoje, quarta-feira, no Lubango, a reclamar do “pouco tempo” que teve para prepara o jogo contra o Madagáscar, marcado para quinta-feira na capital da Huíla, contudo afirmou que o grupo está motivado para assegurar a qualificação ao CAN´2023.

Ao falar em conferência de imprensa, no estádio Tundavala, para lançar o jogo da derradeira jornada do Grupo E da fase de apuramento à prova que se disputa, somente, em 2024 na Côte d´Ivore, o português admitiu que não teve uma preparação desejada, em consequência o grupo não teve uma recuperação esperada, o que pode criar dificuldades na abordagem do jogo com o Madagáscar.

Ainda assim o seleccionador afirmou que a equipa está pronta a dar continuidade ao “grande trabalho” que foi feito até agora, marcado por um percurso de desenvolvimento que abre “boas perspectivas” de qualificação.

“Sabemos que eles vêm de um torneio de ilhas do Índico, com boa parte da equipa envolvida, em que no futebol saíram-se vencedores, por isso estamos em alerta, pois nos jogos de qualificação não contaram com jogadores da diáspora, mas os trouxeram para o jogo com Angola”, frisou.

Todavia, Pedro Gonçalves afirmou que o grupo está motivado e mobilizado para que na quinta-feira consiga alcançar o desiderato da qualificação.

Quanto a ausência de Ivan Cavaleiro, o técnico justificou que o mesmo saiu lesionado do último jogo e não está em condições para fazer a sua estreia, mas haverá outro momento para o efeito, embora admita que gostava que estivesse presente, mesmo sem jogar, para fortalecer o espírito de camaradagem no grupo.

A equipa nacional fez hoje, de manhã, o segundo e último ensaio no Lubango, antes do jogo desta quinta-feira.

No presente apuramento, o Grupo E é liderado pelo Ghana com nove pontos, em cinco jogos, seguido por Angola com oito, República Centro Africana com sete e Madagáscar com dois. 

Fonte: Angop

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