Terça-feira, Julho 23, 2024
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UNITA: Nota de imprensa sobre o caso “Man Gena”

Luanda – O Grupo Parlamentar da UNITA acompanha com enorme preocupação as denúncias feitas pela cidadã Clemência Suzete Vumi segundo as quais ela, seu esposo e duas crianças menores se encontrarem sob custódia da polícia de Moçambique, em eminência de serem extraditados para Angola, colocando em risco as suas vidas.

A denunciante revela terem se deslocado para aquele país, em busca de segurança, na sequência de perseguições que vêm sofrendo desde que o seu esposo, Gelson Emanuel Quintas, mais conhecido por “Man Gena”, fez denúncias sobre o suposto envolvimento de altas figuras da Polícia Nacional e dos Serviços de Investigação Criminal no narcotráfico.


Considerando que se trata de cidadãos nacionais que gozam de direitos e liberdades previstos na Constituição da República e demais instrumentos jurídicos internacionais subscritos por Angola, o Grupo Parlamentar da UNITA insta as autoridades competentes a tomarem medidas necessárias para assegurar a integridade física e moral de Eugénio Quintas e família que se encontram em território moçambicano.


De salientar que a Sra. Clemência Suzete Vumi está grávida e acompanhada de dois filhos menores, Orlando Emanuel Andrade Quintas de 3 anos de idade e Joana António Andrade Quintas de 2 anos de idade, cujo tratamento no âmbito dos direitos humanos requer sensibilidade e especial atenção.


O Grupo Parlamentar da UNITA informa a opinião pública nacional e internacional que efectuou diligências junto de algumas autoridades em Moçambique, entre elas, Deputados, organizações dos direitos humanos como o Alto Comissariado das Nações Unidas em Moçambique, a Rede Moçambicana dos Defensores dos Direitos Humanos e activistas cívicos da Rede de Mulheres Jovens Líderes de Moçambique e do Observatório das Mulheres, no sentido de seguirem os desenvolvimentos da situação em que se encontra a família em causa.


E mais informa que endereçou cartas aos Ministros Angolanos do Interior e das Relações Exteriores, bem como a Coordenadora Residente das Nações Unidas em Angola, às Embaixadas de Moçambique em Angola e de Angola em Moçambique, dos Estados Unidos e da União Europeia em Angola, para que sejam salvaguardados os direitos fundamentais destes 4 cidadãos angolanos.

Fonte: CK

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