terça-feira, maio 21, 2024
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TAAG reconhece que passageiros do vôo de 13 de Novembro com destino a São Paulo ″poderão não ter tido a melhor experiência″, mas garante que ″foi caso único e não se trata de uma situação generalizada″

A companhia aérea TAAG reconheceu, em nota de esclarecimento enviada ao Novo jornal, que os passageiros do vôo DT 747 operado no domingo, dia 13 de Novembro, com o itinerário Luanda/São Paulo/Luanda “poderão não ter tido a melhor experiência”, mas garante que “foi um caso único e não se trata de uma situação generalizada”.

As reclamações dos passageiros acumularam-se nos últimos dias na página oficial da companhia aérea angolana no Facebook, com os clientes a queixarem-se de viajar em “sucatas” sem ar condicionado, “sem condições mínimas” nas viagens Luanda/São Paulo/Luanda, descrevendo-as como “uma verdadeira emoção de pânico e terror”.

A TAAG, na nota de esclarecimento, refere que “relativamente ao voo DT 747 operado no domingo, dia 13 de Novembro, com o itinerário Luanda/São Paulo/Luanda, e após consulta às equipas, a aeronave fez o trajecto Luanda- São Paulo com o sistema de refrigeração funcional, estando os aviões autorizados a voar com apenas 1 PACK (dispensador de ar), isto se o segundo equipamento daquele tipo demonstrar alguma anomalia, como foi o caso”.

“Todavia, reconhecemos que os passageiros poderão não ter tido a melhor experiência de vôo, devido ao curto tempo do embarque e condições meteorológicas que não terão contribuído para a melhor refrigeração da aeronave”, refere a TAAG na mesma nota, que dá conta de que no trajecto de regresso, ou seja, São Paulo-Luanda, foram tomadas precauções para a melhor refrigeração em terra da aeronave de forma a mitigar a sensação térmica no interior da aeronave.

E destaca: “Importa realçar que este foi um caso único e não se trata de uma situação generalizada”.

Segundo a companhia de bandeira nacional, “estas situações não são incomuns dentro da operação de transporte aéreo, pelo que, de todo o modo, as equipas estão sinalizadas para a recuperação do aparelho dentro da manutenção entretanto programada”.

Fonte: NJ

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