Sexta-feira, Julho 19, 2024
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Líder da CASA-CE garante concertação interna para pagar dívida de 50 milhões Kz da campanha eleitoral

O presidente da Convergência Ampla de Salvação de Angola – Coligação Eleitoral (CASA-CE), Manuel Fernandes, assegurou esta segunda-feira, 18, que vai pagar a dívida de 50 milhões de Kwanzas â empresa que comprou o material da campanha eleitoral de 2022.

“Vamos pagar a dívida à empresa que comprou o material da campanha eleitoral de 2022. A coligação está num processo de concertação para ver como vamos ultrapassar ou gerir esta situação” referiu à imprensa Manuel Fernandes.

De acordo com o político, a dívida está a alastrar-se, numa altura em que a coligação deixou de receber o dinheiro do Estado, fruto dos resultados das eleições de 2022, em que perdeu todos os 16 deputados eleitos em 2017.

Sobre a actual situação da CASA-CE, Manuel Fernandes disse que o grande objectivo neste momento é fortificar a coligação para responder com sucesso aos futuros desafios eleitorais.

“Nas últimas eleições gerais sofremos uma injustiça eleitoral. Os líderes dos partidos políticos da coligação tudo estão a fazer para inverter o quadro nas próximas eleições de 2027 e nas autarquias”, acrescentou, frisando que, com o intenso trabalho de mobilização e recrutamento de novos militantes a nível dos partidos, haverá um espaço político para que a CASA-CE se torne numa grande força política do País.

“Com base ao respeito à soberania dos partidos membros, estamos a trabalhar, individualmente, para o crescimento a todos os níveis e à CASA-CE continua a exercer o papel fiscalizador e concertação periódica, deixando de ter estruturas pesadas do topo à base”, acrescentou.

Manuel Fernandes defendeu que os partidos políticos devem trabalhar seriamente para colocar o MPLA na oposição nos próximos tempos, porque as políticas e medidas do Governo não privilegiam, primariamente, o interesse público.

De acordo com o político, em Angola as políticas públicas perdem no combate à fome, pobreza e desemprego.

“As más condições de vida da maioria da população angolana resultam de políticas públicas falhadas de combate à fome, pobreza e desemprego. A carência económica e financeira que afecta as famílias angolanas dificultam a auto-sustentabilidade o que agrava a sua condição social”, destacou.

Na sua opinião, a Assembleia Nacional deve estar engajada na implementação de medidas que visem assegurar o Estado Democrático e de Direito, a defesa da democracia representativa e participativa.

“A má gestão e a corrupção prejudicaram muito o progresso do País. O Parlamento tem que agir urgentemente com o elevado níveis de corrupção que afcta o País”, acrescentou.

Refira-se que a Convergência Ampla de Salvação de Angola-Coligação Eleitoral (CASA-CE), terceira força política desde 2012, perdeu os 16 deputados nas Eleições Gerais de 2022, ao conseguir apenas 46 mil 750 votos, o que corresponde a 0,75 por cento.

Fonte: NJ

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