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Executivo reconhece dificuldades no abastecimento de combustíveis e promete normalizar situação

O Executivo angolano reconheceu a existência de constrangimentos no abastecimento de combustíveis em várias regiões do país, numa altura em que consumidores e operadores económicos relatam dificuldades na obtenção de alguns derivados de petróleo. A confirmação foi feita pelo ministro dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás, Diamantino de Azevedo, que garantiu que o Governo acompanha de perto a situação para assegurar o restabelecimento da normalidade.

Segundo o governante, o Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás está a monitorizar permanentemente a cadeia de abastecimento, em coordenação com as entidades do setor, de forma a identificar as causas dos constrangimentos e implementar medidas que garantam o fornecimento regular de combustíveis em todo o território nacional.

Apesar de Angola figurar entre os maiores produtores de petróleo de África, o país continua dependente da importação de uma parte significativa dos combustíveis refinados consumidos internamente, uma realidade que o torna vulnerável a perturbações na cadeia de abastecimento e às oscilações do mercado internacional.

Diamantino de Azevedo reiterou que uma das principais prioridades do Executivo passa pelo reforço da capacidade nacional de refinação, através da construção e expansão de infraestruturas como as refinarias em desenvolvimento, com o objetivo de aumentar a produção interna de derivados de petróleo, reduzir a dependência das importações e fortalecer a segurança energética do país.

Os constrangimentos no abastecimento poderão ter impacto em diversos setores da economia, nomeadamente nos transportes, agricultura, comércio, indústria e prestação de serviços, podendo provocar atrasos nas operações e um aumento dos custos de funcionamento para empresas e consumidores.

O Ministério dos Recursos Minerais, Petróleo e Gás assegurou que continuará a acompanhar a evolução da situação e a adotar as medidas necessárias para garantir maior estabilidade no fornecimento de combustíveis, procurando minimizar os impactos sobre a atividade económica e o quotidiano da população.

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