
O que começou como uma denúncia de alegado sequestro terminou com a descoberta de uma alegada organização criminosa internacional.
A DIIP deteve oito suspeitos (sete angolanos e um brasileiro), acusados de burla informática, falsificação de documentos e branqueamento de capitais.
Segundo as autoridades, o cidadão brasileiro terá sido recrutado como hacker para atacar os sistemas de vários bancos em Angola, entre eles BAI, BFA, BIC, BCI e Banco Millennium Atlântico.
As investigações apontam que o grupo preparava uma transferência fraudulenta de cerca de 10 mil milhões de dólares, contando alegadamente com o apoio de funcionários de instituições públicas e privadas.
Se confirmados todos os factos, este poderá tornar-se um dos maiores casos de cibercrime da história de Angola.
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