
A liberdade de Hélder Dimas Paulino, agente da DIIP acusado de matar a tiro o jovem Fernando Castelo, de 24 anos, durou apenas algumas horas. O Tribunal da Comarca de Luanda reapreciou as medidas de coacção e determinou novamente a prisão preventiva do arguido, acusado de homicídio qualificado.
A decisão surge depois de forte contestação pública provocada pela notícia da sua libertação. Segundo o Novo Jornal, o tribunal voltou a analisar os elementos do processo e decidiu pela manutenção da prisão preventiva, com base nos critérios legais de adequação e proporcionalidade.
O crime ocorreu numa loja de conveniência de uma bomba de combustível do Morro Bento, onde, após uma discussão, o então 1.º subchefe da DIIP seguiu a vítima para o exterior e disparou contra ela. Fernando Castelo acabou por morrer.
O caso causou grande indignação na sociedade angolana depois de vídeos do sucedido terem circulado amplamente nas redes sociais.



