
A ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta, apresentou, esta quinta-feira, as condolências às famílias das vítimas do trágico acidente, ocorrido no passado domingo, no Icolo e Bengo, em Cabo Ledo, provenientes do Cuanza-Sul.
De acordo com uma nota enviada à imprensa, o momento foi marcado por profunda comoção, reunindo familiares das vítimas provenientes da província do Cuanza-Sul, concretamente das localidades da Gabela e do Sumbe, bem como cidadãos residentes em Luanda.
No local, a ministra da Saúde esteve acompanhada pelo secretário de Estado para a Área Hospitalar, Leonardo Inocêncio, pelo director da unidade hospitalar, Albano Eugénio, e por profissionais de saúde que prestam serviço na instituição.

“Em nome do Governo de Angola, do Ministério da Saúde e do Complexo Hospitalar Pedro Maria Tonha ‘Pedalé’, queremos expressar a nossa solidariedade. A vossa dor é a nossa dor. Neste momento difícil, desejamos coragem, força e que Deus seja o vosso consolador. Estamos conscientes de que algumas famílias viajarão hoje para o Cuanza-Sul, nomeadamente para a Gabela e o Sumbe, e apelamos a que o façam com prudência”, começou por expressar Sílvia Lutucuta, na morgue do Complexo Hospitalar General Pedro Maria Tonha “Pedalé”, dirigindo-se às famílias enlutadas.
Entre as vítimas mortais, constam Maria António de Sousa, 29 anos, natural da Gabela; Regina da Conceição Fernando Mateus Bizerra, 48 anos, do Sumbe e Elisa Ngueve Catanha, 37 anos, residente em Luanda, natural do Cuanza-Sul.
A titular da pasta da Saúde aproveitou, igualmente, a deslocação para reforçar que o Executivo está a trabalhar de forma coordenada para garantir apoio às famílias afectadas, incluindo aquelas que vieram de outras províncias, assegurando que todas possam prestar a última homenagem aos entes queridos com dignidade.
“As nossas condolências estendem-se a todas as famílias enlutadas e a todos os angolanos profundamente consternados com esta tragédia nacional”, acrescentou.
“O Ministério da Saúde reitera o compromisso em prestar todo o apoio necessário neste momento de dor colectiva”, vinca o documento.
Fonte: JA



