
O ministro do Interior, Manuel Homem, destacou, hoje, em Luanda, o papel da Polícia Nacional de Angola na defesa da legalidade democrática e na preservação da ordem interna, durante a primeira cerimónia de condecoração aos efectivos da corporação, realizada no âmbito das celebrações dos 50 anos da instituição.
Na ocasião, o governante considerou a decisão do Presidente da República, João Manuel Gonçalves Lourenço, como “estratégica e visionária”, traduzindo o reconhecimento do Estado angolano pelo contributo da corporação na proteção dos cidadãos e dos seus bens.
“É com elevada honra que realizamos hoje, pela primeira vez, a cerimónia de condecoração de efectivos da Polícia Nacional de Angola, um acto de considerável significado institucional, moral e histórico, que dignifica a instituição e honra o serviço prestado à nação”, declarou.
De acordo com Manuel Homem, o evento constitui um marco na consolidação de uma cultura de mérito e valorização institucional, inaugurando um ciclo de reconhecimento formal, estruturado e transparente do desempenho exemplar dos efectivos.
Manuel Homem sublinhou ainda que o engajamento do Executivo traduz confiança institucional na corporação, compromisso com a dignificação da carreira policial e aposta clara na motivação e no reforço do moral das tropas, com vista à consolidação de uma polícia cada vez mais profissional, moderna e próxima do cidadão.
O governante reafirmou que o Executivo continua a investir na valorização do efectivo, na melhoria das condições de trabalho, na formação contínua e na consolidação de uma polícia “moderna, íntegra e republicana”, ao serviço da soberania do povo angolano.
Ao assinalar o cinquentenário da corporação, o ministro recordou que, ao longo de cinco décadas, a instituição enfrentou desafios complexos e momentos de elevada exigência operacional, mantendo-se firme na defesa da ordem pública, na protecção das populações e na salvaguarda da autoridade legítima do Estado.
Entre as conquistas alcançadas, destacou a consolidação de uma polícia moderna, o reforço da formação e profissionalização do efectivo, a afirmação da ética, disciplina e integridade, a aproximação ao cidadão.
Para Manuel Homem, as distinções atribuídas representam não apenas uma honra, mas também uma responsabilidade acrescida.
“Simbolizam o reconhecimento da nação pelo percurso exemplar dos seus bravos filhos e constituem, simultaneamente, um compromisso renovado de continuar a servir Angola com coragem e lealdade”, afirmou.



