
O Ministério das Finanças (MinFin) pagou quase 37 mil euros a advogados portugueses para lidar com um conflito jurídico envolvendo um imóvel em Lisboa, vendido ao Estado angolano por Bartolomeu Dias, mas nunca entregue.
O caso, que se arrasta há anos, continua a gerar custos adicionais aos cofres públicos, levantando novas questões sobre a gestão do património do Estado e a responsabilização dos envolvidos.
A situação reacende o debate sobre negócios mal explicados, despesas legais no exterior e transparência na gestão pública.
Fonte: NJ



