
Acção coerciva da Repartição Fiscal da Administração Geral Tributária (AGT) na 2.ª Região, com sede na cidade de Malanje, condiciona, parcialmente, a actividade de operadores económicos, face ao congelamento de contas bancárias há mais de dois anos.
O bloqueio das contas bancárias, por parte da Administração Geral Tributária (AGT), de dezenas de associados à dívida pública, forçou o encerramento de centenas de postos de trabalho directos e indirectos nos 27 municípios da província de Malanje.
Os índices de pobreza crescem no seio de várias famílias, uma vez que a renda dependia dos empregos fechados ou extintos. Oficialmente, desconhecem-se os montantes e o número de empresas que o Estado deve desde 2012 ou antes.
De acordo com a AGT, com uma cifra de 15.296, destes contribuintes, distribuídos pelos 27 municípios da província de Malanje, até ao ano económico findo (2025), segundo dados oficiais, mais de 10 mil são proprietários de Número de Identificação Fiscal (NIF) singulares e pelo menos cinco mil colectivos.
Fonte: NJ



