
A empresária Filomena Oliveira criticou o actual modelo de ensino em Angola e defendeu maior investimento nas escolas e universidades, para que estas se tornem espaços de inovação, criatividade, investigação e desenvolvimento de soluções para os desafios do país.
Durante a sua intervenção, Filomena Oliveira questionou um sistema que valoriza sobretudo a capacidade dos estudantes de memorizar conteúdos. “Um aluno que tem 20 valores é aquele que é capaz de repetir no papel, de cor, tudo aquilo que está no livro”, afirmou.
Na sua perspectiva, esse modelo de avaliação não é suficiente para preparar jovens capazes de contribuir para o desenvolvimento do país. “Isso não é formar pessoas. Isso é formar papagaios”, declarou.
A empresária defendeu, por isso, uma mudança na forma de ensinar e avaliar, com maior valorização do pensamento crítico, da criatividade, da pesquisa e da capacidade de encontrar soluções para problemas concretos.



