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Sharam Diniz revela que deixou de amamentar a filha duas semanas após o parto

A actriz e modelo luso-angolana Sharam Diniz revelou que teve de interromper a amamentação da filha, Shaniya Messami, apenas duas semanas depois do parto, devido a complicações de saúde. A revelação foi feita dois meses após o nascimento da menina, fruto da sua relação com o músico C4 Pedro.

Em declarações ao Selfie, à margem da Summer Party TVI Millennium Estoril Open, Sharam explicou que enfrentou dificuldades durante o período de amamentação, incluindo dores, endurecimento do peito e aparecimento de caroços. Segundo a artista, a situação tornou-se desconfortável tanto para si como para a bebé, levando-a a optar pelo leite de fórmula.

“Amamentei até à segunda semana. Entretanto, tive algumas complicações, o peito em pedra, caroços e outros sintomas. Era um sofrimento para ela e para mim também. Tive de decidir e optar pelo leite de suplemento, o leite de fórmula”, contou.

A modelo aproveitou ainda para deixar uma mensagem de apoio às mães que enfrentam dificuldades semelhantes, defendendo que a forma de alimentação do bebé não deve determinar o valor ou a dedicação de uma mãe.

“Não vou ser menos mãe por não dar mama”, afirmou Sharam, que também chamou atenção para a pressão social que muitas mulheres enfrentam durante a maternidade. Para a artista, a experiência de ser mãe é frequentemente romantizada, o que pode fazer com que algumas mulheres tenham receio de falar abertamente sobre as dificuldades e desafios que enfrentam.

Apesar dos primeiros obstáculos, Sharam Diniz afirmou estar a viver a maternidade de forma positiva, destacando o apoio que tem recebido da família e das pessoas próximas. A modelo considera que contar com uma rede de apoio tem sido fundamental para atravessar esta nova fase da sua vida com maior tranquilidade.

A partilha da artista contribui para ampliar o debate sobre os diferentes desafios do pós-parto e para reforçar a importância de evitar julgamentos sobre as escolhas das mães, sobretudo quando estas são determinadas por questões de saúde e pelo bem-estar da própria mulher e do bebé.

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