
O Ministério da Saúde procedeu, na quarta-feira, em Luanda, à testagem de resgate aeromédico para reforçar a segurança durante a visita do Papa Leão XIV Angola, de 18 a 21 de Abril deste ano.
O teste, de acordo com um comunicado de imprensa, aconteceu à margem do encontro com as direcções hospitalares e maternidades da capital, que decorreu no Complexo Hospitalar General Pedro Tonha Pedalé, sob orientação da ministra da Saúde, Sílvia Lutucuta.
Na ocasião, a titular da pasta da Saúde , citada no mesma nota, destacou os avanços nos preparativos do sector para a visita do Sumo Pontífice.
Sílvia Lutucuta sublinhou ainda que o sector está a criar todas as condições necessárias para garantir uma assistência médica eficaz durante a estadia do Sumo Pontífice, com especial enfoque na resposta a eventuais emergências.
“Estamos apenas a afinar as condições que já existem no país, não apenas para garantir a segurança durante a visita de Sua Santidade, mas também para reforçar, de forma duradoura, a capacidade de resposta do sistema de saúde em benefício dos angolanos”, disse.
A ministra reconheceu que se trata de um evento de grande dimensão, que mobilizará milhares de fiéis em todo o país, para quem missão é assegurar que todos tenham acesso a uma assistência médica adequada, célere e de qualidade.
Neste âmbito, equipas de saúde realizaram um ensaio técnico de resgate aeromédico com recurso a helicóptero, com o objectivo de assegurar uma intervenção rápida, eficaz e segura durante o evento.
A responsável pela operação aeromédica, Cláudia da Silva Correia, a aeronave está equipada com meios avançados de assistência médica, incluindo ventilador, aspirador, bombas infusoras, desfibrilhador, medicação diversa e equipamentos de suporte respiratório, permitindo a estabilização de pacientes ainda durante o transporte.
O documento esclarece que o exercício permitiu avaliar a capacidade operacional do helicóptero em missões de evacuação e transporte de doentes, bem como testar a articulação entre os diferentes serviços envolvidos no plano de contingência.
A operação integra equipas híbridas, compostas por profissionais do Ministério da Saúde e da Clínica Girassol, evidenciando a cooperação entre os sectores público e privado.
Fonte: JA



