
A UNITA afirma que rende a sua homenagem aos que pagaram com as suas vidas para o alcance de uma Angola verdadeiramente independente e, como parte integrante do processo de Libertação Nacional, e reafirma o seu compromisso de lutar para a instauração de um verdadeiro Estado Democrático de Direito e a realização plena dos seus filhos.
Estas declarações do Galo Negro, surgem por ocasião das celebrações dos 65 anos desde o Início da Luta Armada de Libertação Nacional que o país assinala hoje, 4 de Fevereiro.
Para o Secretariado Executivo do Comité Permanente da Comissão Política da UNITA, os órgãos competentes do Estado devem prestar maior atenção aos nacionalistas que lutaram para o alcance da liberdade e da democracia em Angola, com a inclusão dos ex-militares, antigos combatentes e veteranos da Pátria e seus dependentes em programas para a sua dignificação e valorização.
“A 4 de Fevereiro de 1961, nacionalistas angolanos desencadearam um ataque no Estabelecimento Prisional de São Paulo e na Casa de Reclusão, em Luanda, dando início à luta armada, com o objectivo de libertar os presos políticos angolanos, que se encontravam encarcerados nas cadeias, acusados pelas autoridades coloniais de actividades subversivas”, sublinha o Galo Negro, criticando que sessenta e cinco anos depois, os angolanos obreiros desse feito histórico, que se empenharam na Luta pela Independência de Angola, continuam a ver adiado o sonho da liberdade e prosperidade, com destaque para o usufruto dos seus direitos fundamentais.
Fonte: CK



