
Os estudantes da Universidade do Namibe, a sul do litoral do País, beneficiam da internet gratuito do Angosat-2, desde ontem, dia 29. De acordo coom um coomunicado, a iniciativa visa melhorar as condições de conectividade e acessoàs tecnologias digitais com a instalação de uma antena de comunicação via satélite no âmbito do Programa Nacional de Capacitação e Certificação de Gestores e Utilizadores de Tecnologia Espacial.
À semelhança do que aconteceu no Instituto Superior Politécnico da Huíla, a infra-estrutura foi instalada durante as aulas práticas promovidas pelo Ministério das Telecomunicações, Tecnologias de Informação e Comunicação Social (MINTTICS), através do Gabinete de Gestão do Programa Espacial Nacional (GGPEN), envolvendo especialistas, docentes e estudantes em actividades de montagem e configuração de equipamentos de comunicação via satélite.
Durante as aulas práticas transmitidas em directo a partir das redes sociais do GGPEN, o reitor da universidade, Sebastião António, agradeceu ao MINTTICS pelo facto de a instituição ter sido contemplada com o projecto “Conecta Angola Comercial”, que tem como objectivo a redução da infoexclusão, levando internet às zonas sem qualquer tipo de conectividade.
Segundo o documento, o projecto é composto por duas fases: teórica e prática. “O programa decorre em formato híbrido e é gerido por uma plataforma inteligente de ensino à distância, permitindo aos participantes o acesso a conteúdos multimédia e ferramentas de aprendizagem interactivas”, lê-se.
Além das sessões práticas, o programa conta também com a realização das tertúlias espaciais, momentos de partilha de conhecimento e debate sobre o impacto das tecnologias espaciais no desenvolvimento das comunidades, no ensino e na transformação digital em Angola.
A iniciativa integra o projecto Tecnologia Espacial nas Comunidades, que visa aproximar os benefícios da tecnologia espacial das populações, instituições académicas e municípios do país.
O projecto já chegou a mais de 20 mil estudantes das universidades Agostinho Neto, em Luanda, Katyavala Bwila, em Benguela, Rainha Njinga a Mbande, em Malanje, Kimpa Vita, no Uíge, e Mandume Ya Ndemufayo, na Huíla.
Fonte: NJ



