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Efectivos saídos do polémico curso suspenso estão a ser enquadrados – SME prepara, este mês, última fase de colocação

Os novos efectivos do Serviço de Emigração e Estrangeiros (SME), que ingressaram em 2025 no âmbito do polémico curso suspenso e que aguardavam apenas pelo enquadramento neste órgão do Ministério do Interior (MININT), foram, este fim-de.semana, distribuídos por várias delegações províncias do SME, e esta segunda feira, 1, começaram a trabalhar de forma efectiva, apurou à imprensa.

Os novos efectivos do Serviço de Migração e Estrangeiros (SME), que ingressaram em 2025 no âmbito do polémico curso suspenso e que aguardavam apenas pelo enquadramento neste órgão do Ministério do Interior (MININT), foram, este fim-de-semana, distribuídos por várias delegações provinciais do SME, e esta segunda-feira,1, começaram a trabalhar de forma efectiva, apurou o Novo Jornal.

As guias de colocação destes efectivos, que juraram bandeira em Abril de 2025, após “a peneira” do MININT, foram distribuídas e os agentes encaminhados para várias províncias.

A direcção de Recursos Humanos (RH) do SME assegurou aos novos agentes de migração as condições necessárias para a apresentação imediata nos postos de trabalho.

Os novos efectivos foram colocados nas províncias do Icolo e Bengo, Luanda, Namibe, Cuanza-Sul, Huíla, Benguela, Cunene, Huambo, Bié, Cubango, Cuando, Cuanza-Norte, Uíge, Lunda-Norte, Lunda-Sul, Moxico e Moxico Leste.

O SME assevera que a colocação será em todas as províncias do País e que os efectivos agora enquadrados manifestaram “elevado espírito patriótico, disciplina e prontidão para servir a Pátria”.

O Novo Jornal sabe que a lista de espera dos mais de 2.000 efectivos que concluíram o 2º curso básico de ingresso à carreira específica do SME está a terminar, após vários meses de espera por colocação.

Fonte do NJ no SME assegura que da vasta lista por enquadrar, resta agora um número reduzido de efectivos que devem ser colocados ainda este mês.

Recentemente, o ministro do Interior, Manuel Homem, chamou a atenção aos novos efectivos para terem disponibilidade para trabalharem em qualquer parte do território nacional.

Segundo o ministro, o juramente que fazem com a Pátria é de disponibilidade para servir o País, não importando o local.

Na primeira fase foram enquadrados 700 efectivos nos distintos órgãos do SME, e seguiram-se outras fases deste processo já concluído.

O processo de ingresso destes novos efectivos está a ser escrutinado pelo SME, que tem verificado junto das instituições de ensino a autenticidade dos certificados apresentados.

Fonte: NJ

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