
Uma cidadã brasileira de 33 anos, que desembarcou no vôo da TAAG, em Luanda, proveniente da cidade de Guarulhos, Estado de São Paulo, Brasil, foi detida esta semana pelo Serviço de Investigação Criminal (SIC), por transportar mais de 60 cápsulas de cocaína, dissimulada no estômago e nos órgãos genitais, soube à imprensa.
Segundo o SIC, a cidadã é empresária e tentou enganar as autoridades policiais no aeroporto, escondendo a droga no corpo, na condição de “mula”.
A “mula” é a pessoa usada por traficantes para transportar a droga pelas fronteiras policiadas, mediante pagamento ou coação.
Entretanto, o Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro, em Luanda, continua a ser a rota de encolhida dos narcotraficantes para entrada de droga em Angola do tipo cocaína, e os países como Brasil e África do Sul são os que mais têm recrutado “mulas” para trazerem as drogas para Luanda.
Segundo o SIC, as cidades de Joanesburgo, na África do Sul, e de Guarulho, região metropolitana de São Paulo, no Brasil, são as procedências da cocaína que entra em Angola.
O Novo Jornal soube que quase todas os meses são detidos no Aeroporto Internacional 4 de Fevereiro transportadores de drogas, umas com maior quantidade e outras com menor.
Manuel Halaiwa, porta-voz do SIC, disse recentemente à imprensa que o SIC está empenhado em capturar os barões do narcotráfico que têm liderado, tanto em Luanda como em Joanesburgo e Guarulho, as “mulas” de droga que entram no país.
Fonte: NJ