
Um desabafo emotivo e carregado de dor está a circular nas redes sociais, refletindo o impacto da paralisação do projecto Azizu na vida das famílias da Brugalheira. No relato, uma mãe manifesta profunda tristeza ao afirmar que, com o encerramento da escola e a interrupção do apoio social, as crianças deixaram de estudar, de receber alimentação e cesta básica, voltando a enfrentar fome e sofrimento.
A mulher acusa atitudes que, segundo ela, resultaram no fecho da escola e no agravamento da situação das famílias, destacando que os filhos agora precisam beber água do rio e alimentar-se de forma precária. Em tom de revolta e dor, reforça que quem toma essas decisões não conhece o sofrimento real de uma mãe que luta para criar vários filhos sem condições básicas.
O testemunho expõe a realidade vivida por dezenas de crianças que, desde a interrupção do projecto, passaram o dia inteiro sem comer e ficaram privadas do direito à educação, reacendendo o debate sobre responsabilidade social, proteção das crianças e as consequências diretas das decisões administrativas nas comunidades mais vulneráveis.



