
Primeiro a Timoneiro, contratada para uma movimentação segura de navios, agora a Geosurveys, empresa de origem portuguesa a trabalhar na dragagem. O Porto do Lobito, presidido por Celso Rosas, continua a os valores de contratos públicos, alguns de longa duração.
Prestes a receber a Timoneiro, Sociedade Angolana de Serviços Marítimos, para intervenções públicas de atracagem e desatracarem de navios, o Porto do Lobito voltou a apresentar, na última semana, uma empreitada inserida na resposta aos desafios da ligação directa com a Ásia, outra vez sem ter revelado valores do contrato com um operador privado.
Foi na divulgação do projecto de dragagem, um processo assente na retirada de areia para aumento da profundidade, a cargo da Geosurveys Angola, empresa com domicílio na Repartição Fiscal das Ingombotas, em Luanda, desde 6 de Novembro de 2009, conforme apurou o NJ.
A propósito do orçamento, a administradora para a área de Finanças, Contabilidade, Património e Contabilidade do Porto do Lobito, Maria Madalena, disse que não avançaria números “por uma questão de precaução”, mas assinalou que haveria oportunidade para o efeito.
Fonte; NJ



